sábado, 20 de abril de 2013


3- Um lote de várias peças idênticas deve ser embalado em caixas que cabem 48 peças em cada caixa. Dada a quantidade de peças de um lote, determinar a quantidade de caixas necessárias e a quantidade de peças que deixarão de ser embaladas.

Segue o código:

main ()
{
int p, c, mod, div; //p=peças e c=caixas

printf("Digite a quantidade de pecas recebidas:\n");
scanf("%d", &p);
c=48;
printf("\n\n");
div=p / c;
mod=p % c;
printf("Apos a distribuicao das pecas, teremos %d / %d = %d caixas\n", p, c, div);
printf("E desse lote sobraram %d mod %d = %d pecas\n\n", p, c, mod);

system ("pause");

}

Observações.

1- Mais uma vez, dou a dica para prestar atenção na apresentação do comando div e mod. Dessa vez por falta de atenção gastei um bom tempo nessa parte.

2- O pedaço que mais tomou meu tempo foi o gasto para descobrir como declarar a maneira e sequência dos elementos p, c, mod/div


printf("Apos a distribuicao das pecas, teremos %d / %d = %d caixas\n", p, c, div);
printf("E desse lote sobraram %d mod %d = %d pecas\n\n", p, c, mod); 

Note que apesar de o elemento c já ter um valor pre estabelecido (48), ele é declarado como elemento que sofre variação "%d" .





2- Leia dois números inteiros e retorne o quociente e o resto da divisão.

main ()
{
int a, b, div, mod;

    printf("Para descobrir o quociente e o resto de uma divisao, faca.\n\n");
    printf("Digite primeiro o dividendo.\n");
    scanf("%d", &a);
    printf("\n\n");
        printf("Agora entre com o numero divisor:\n");
        scanf("%d", &b);
            div = a / b;
            mod = a % b;
                printf("\n\n");
                printf("O quociente de %d / %d = %d\n", a, b, div);
                printf("O resto de %d mod %d = %d\n\n", a, b, mod);

system ("pause");
}

OBSERVAÇÕES
1- Uma técnica que me ajuda muito é começar a resolução de um algoritmo rabiscando no papel. Ajuda a expandir a visão do problema anotando por onde começar, onde se quer chegar, os caminhos principais (aqueles que vem primeiro a mente), como completá-los.

2- Não se esqueça de no início declarar o tipo de variável e todos os seus elementos. Diversos erros que surgem durante o caminho para a execução do programa,  são por esquecimentos de complementar, ajustar e/ou preencher o a variável.


3- Para calcular o resto, é necessário declará-lo:
mod = a % b; 
Note que dentro do comando "print" ele foi usado de forma diferente:
 printf("O resto de %d mod %d = %d\n\n", a, b, mod);

Faço essa observação pois no caso da divisão, da mesma maneira que foi declarada, ela também foi usada dentro do comando print:
declaração -> div = a / b;
print:          -> printf("O quociente de %d / %d = %d\n", a, b, div);


EXERCÍCIO 1. Leia uma temperatura em Celsius e imprima o valor desta temperatura em Farenheit., sabendo que: 
F = C * (9.0 / 5.0) + 32.0

Exercício simples que merecem algumas observações importantes, mas primeiro vamos aos códigos:

main (){

    float graus;

printf("Digite aqui a temperatura atual em Celsius para descobrir sua representação em Fahrenheit.\n");
scanf ("%f", &graus);
printf ("Representação da temperatura em Fahrenheit sera em: %f/n", (graus*(1.8)+32 ));
system("pause");

Primeira observação: 
- Diferente do VISUALG, a declaração de váriaveis vem primeiro e depois os elementos, como no caso float (que é a variável para números reais). Float é uma alusão ao ponto flutuante.

- No lugar do escreval, utilizado no visualG usaremos o printf. 
Não tem importancia nem valor, a necessidade de dar ou não espaços entre o comando PRINTF e as instruções escritas depois do parenteses. Exemplos:
*printf("Digite aqui a temperatura atual em Celsius para descobrir sua representação em Fahrenheit.\n");
*printf ("Digite aqui a temperatura atual em Celsius para descobrir sua representação em Fahrenheit.\n");
A mesma informação serve para a instrução:  (graus*(1.8)+32 )); tanto faz colocar ou não pararenteses antes de "grau" e depois de +32) 



Obrigado pela visita, até a próxima.



CODE BLOCK,




CODE::BLOCK, é um ambiente de desenvolvimento, mais conhecido como IDE. Mas o que é uma IDE?
IDE, resumindo (*para uma explicação mais detalhada click no link), esse programa oferece várias ferramentas que auxiliam na criação de softwares.
Principais características:
 - Editor - facilita a edição de códigos fonte.
 - Compilador - Transforma em linguagem máquina
- Depurador - Auxilia a encontrar defeitos em códigos font.
- Modelagem - Auxilia na criação de modelos de classes, objetios, interfaces, associações e interações.

Existem muitas outras ferramentas, porém uma rápida pesquisa com palavras chaves em um bom site de pesquisas como o Google, Bing, podem fornecer infindáveis exemplos, funções e respostas para todas as funções e ferramentas que esse programa oferece.

O motivo desse post é dar início a uma séria de publicações a respeito de exercícios que utilizam esse software.
Por que?
A maioria dos usuários já devem ter escutado conselhos mais ou menos assim: "Tenha cuidado com o que encontra na internet! Nem tudo é correto, nem tudo é confiável, investigue as fontes e conteúdo.
Fazer isso exige muito tempo, pois dependendo do assunto/matéria, a pesquisa  e o estudo podem levar horas. Infelizmente, nem sempre dispomos de tanto tempo e prazo, e foi exatamente essa sensação que tive ao tentar sanar dúvidas que estão surgindo ao realizar uma tarefa para a faculdade.
Estou com uma lista com cerca de 20 questões, para serem resolvidas utilizando um programa IDE.
Portanto a idéias de fazer posts relacionados a resolução de questões surgiu como forma de retribuir a ajuda encontrada na internet e por um segundo motivo: tentar ser o mais claro e breve possível. Resumir o caminho para a solução de forma a evitar excesso de termos técnicos.
Sendo assim, dou destaque para a seguinte observação: ESTOU PRODUZINDO E REPRODUZINDO ESSE CONTEÚDO PARA AUXILIAR NA INTERPRETAÇÃO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS E NÃO PARA ATRAPALHAR O DESENVOLVIMENTO DE NINGUÉM QUE BUSCA INFORMAÇÃO.

Sendo assim, fica declarado o meu interesse em auxiliar e, portanto,  não fornecer nenhum tipo de cola ou trapaça.
Será da consciência de cada um utilizar o código para fazer uma reflexão dos pontos que tem dificuldade na interpretação e resolução de problemas algoritmos.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Marisa Monte - Pra Ser Sincero



Eu era tão feliz
E não sabia, amor
Fiz tudo que eu quis
Confesso a minha dor...

E era tão real
Que eu só fazia fantasia
E não fazia mal...

E agora é tanto amor
Me abrace como foi
Te adoro e você vem comigo
Aonde quer que eu voe...

E o que passou, calou
E o que virá, que dirá
E só ao seu lado
Seu telhado
Me faz feliz de novo...

O tempo vai passar
E tudo vai entrar
No jeito certo
De nós dois...

As coisas são assim
E se será, que será
Pra ser sincero
Meu remédio é
Te amar, te amar...

Não pense, por favor
Que eu não sei dizer
Que é amor tudo
O que eu sinto
Longe de você...

uhmm...

E agora é tanto amor
Me abrace como foi
Te adoro e você vem comigo
Aonde quer que eu voe...

Essa canção faz parte do sexto álbum de estúdio da cantora Marisa Monte, Infinito Particular. Todas canções são de autoria dela com diversos outros compositores, em destaque Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown.
Como resultado de sucesso Marisa Monte é a única artista a ter os seus primeiros sete álbuns consecutivamente no topo das paradas de vendas; Esse álbum por exemplo recebeu duas vezes disco de platina.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mapa da América Latina


Saídas para reduzir a pobreza na América Central

Antes de combater um problema é preciso diagnosticá-lo. E é isso o que buscam fazer os autores do livro Crecimiento con Equidad - La Lucha contra la Pobreza en Centroamérica, resultado da parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com o objetivo de desenhar estratégias que reduzam a pobreza na América Latina e no Caribe. A publicação analisa os determinantes da pobreza e da desigualdade em seis países - Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. A grande questão que norteia a obra é saber se o crescimento é mais efetivo que a distribuição de renda para reduzir a pobreza ou o contrário. 

O estudo foi realizado pelos pesquisadores do Ipea Ricardo Paes de Barros, Mirela de Carvalho, Samuel Franco e Rosane Mendonça e por Enrique Ganuza, economista-chefe para a América Latina do Pnud. O livro fornece um diagnóstico detalhado dos diferentes fatores que determinam a pobreza na região e propõe estratégias de superação focalizadas, baseadas estritamente nas informações disponíveis. 

Revela um cenário pouco animador: mais da metade da população da região (cerca de 19 milhões de pessoas) vive em famílias com renda per capita abaixo da linha de pobreza, e quase 8 milhões vivem em famílias com renda per capita abaixo da linha de extrema pobreza. Segundo os cálculos feitos pelos autores, se a pobreza fosse combatida apenas por meio de transferência de renda, seria necessário destinar cerca de 19 bilhões de dólares anuais para a população pobre. E esse valor corresponde a cerca de 17% da renda total das famílias centro-americanas. Ou seja, a capacidade de erradicar a pobreza no curto prazo é bastante limitada. Mas isso não significa que não há o que fazer. É possível erradicar a pobreza extrema com os recursos disponíveis. Uma das saídas seria criar um fundo de erradicação da extrema pobreza, para o qual cada cidadão não-pobre contribuiria com 14 dólares mensais. 

A redistribuição dos recursos, segundo o livro, teria impacto muito reduzido na pobreza caso se mantenha o nível de desigualdade na distribuição de renda no interior de cada país da região. Assim, a redistribuição dos recursos deveria ocorrer não só entre os países (dos mais ricos, como a Costa Rica, aos mais pobres, como Honduras), mas também no interior deles. 

Diminuir a desigualdade é, portanto, central para a redução da pobreza. Enquanto o crescimento econômico apresenta retornos decrescentes no que se refere à redução da pobreza, a maior igualdade de renda apresenta retornos crescentes. Para reduzir a pobreza à metade com base em estratégias que visam exclusivamente ao crescimento econômico seriam necessários 17 anos consecutivos com crescimento de 3% ao ano. A redução da desigualdade de renda exigiria uma taxa de crescimento significativamente menor, segundo sustenta o livro do Ipea e Pnud. 

Outro fato curioso: ao contrário do que se poderia pensar, a causa da pobreza na região, de acordo com os autores, não é a falta de trabalho, mas sim a baixa qualidade dos postos de trabalho. Se a qualidade dos postos de trabalho ocupados pelos membros das famílias pobres fosse igual à dos ocupados por trabalhadores de famílias não-pobres, a renda per capita dos pobres seria cinco vezes maior do que a atual. Ou ainda: se essa qualidade fosse idêntica à qualidade dos postos nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), essa renda per capita seria três vezes maior.

Com todos esses dados esmiuçados e comparados, o livro acaba sendo um importante instrumento para a elaboração de políticas públicas, para estudiosos do tema "pobreza e desigualdade" e também para avaliar quanto falta para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, um conjunto de compromissos dos países-membros das Nações Unidas voltados para a redução da pobreza pela metade até o ano 2015.

Fonte:
IPEA
Giovana Tiziani
http://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&view=article&id=1782:catid=28&Itemid=23